Pensando en voz alta

As coisas vinham bem, até que algo muda ou exige mudança: a nossa relação conforme a conhecemos já não dá para continuar. Em alguns casos, sentimos a necessidade de aprofundar vínculos: precisamos avançar para o próximo estágio, casar, morar juntos. Em outros, as incompatibilidades são muitas para permitir que o casal siga juntos, e aí entra em jogo a possibilidade da separação. O que fazer? Será que é possível nos orientarmos através da Astrologia? Certamente.

Inconsciente, escuro, poderoso: Plutão age sobre nós sem que tenhamos consciência. Como o inconsciente do Freud, que é tão óbvio que passa despercebido. Como o inconsciente de Freud, cheio de energia primitiva, pessoal, cheio de paixões e compulsões. Como o inconsciente de Freud, cheio de verdade sobre nós mesmos e, por isso mesmo, tão poderoso. Plutão é fantástico porque seu poder remete a outra coisa, outro nível de consciência.

A Astrologia, assim como muitas outras áreas da vida, tem suas definições maniqueístas. Saturno é o grande maléfico, Marte é o pequeno maléfico, enquanto Júpiter é o grande benéfico, etc. Essas definições, de origem cultural e social, podem nos levar a leituras e compreensões equivocadas não só dos trânsitos como da simbologia de cada planeta. Júpiter é um caso que gostaria de explorar porque considero interessante.

Poucas coisas na vida estão tão relacionadas à nossa criação e educação como os relacionamentos que estabelecemos como adultos. É o tipo de relacionamento que estabelecemos com nossos cuidadores primários que determinará como nos relacionaremos com futuros parceiros. Por exemplo...

Seja na vida pessoal ou profissional (ou em ambas), todas nós temos objetivos que gostaríamos de alcançar, mas a maioria de nós não chega a realizar o que deseja. Especialmente quando vai chegando o final do ano, planejamos, mentalizamos e, ao final do ano seguinte, nada! Isso é desmotivador e pode nos fazer sentir como verdadeiros fracassos. Mas pesquisadores dizem que existem formas de estabelecer objetivos de maneira mais eficiente e alcançar o que queremos. Aqui vão algumas dicas para mudar a...

Pode não parecer, mas a maneira como lidamos com o dinheiro diz muito sobre algumas das nossas questões psicológicas mais inconscientes. E isso não é de surpreender: o dinheiro carrega uma poderosa representação social que possui diferentes significados em diferentes culturas. Assim, comportamentos relacionados a quantidade de dinheiro que temos, quanto ganhamos, como ganhamos e como gastamos estão impregnados de códigos sociais que determinam nossa imagem pública e, consequentemente, representam...

Dentro da complexa combinação de fatores que é o nosso mapa natal, existem três pontos que falam muito da gente: o Sol, a Lua e o Ascendente. O Sol representa aquilo que somos quando pensamos antes de ser, a Lua representa aquilo que somos antes de podermos pensar sobre o que somos e o Ascendente funciona como a nossa máscara social. No entanto, para relacionamentos prevalece a combinação Sol-Lua. Veja como a sua combinação pode influenciar e como evitar problemas.

Quem nunca ouviu que trânsitos de Júpiter são bons mesmo quando são ruins e trânsitos de Saturno são ruins mesmo quando são bons? Isso é uma falácia que vem da astrologia tradicional e clássica, que classificava os planetas como benéficos ou maléficos.

A ideia de que somos incompletos é uma falácia, porque as características representadas pelo signo na cúspide da casa 7 do nosso mapa natal estão no nosso mapa e, portanto, pertencem a gente. Nós nascemos completos, mas projetamos nos outros as nossas características com as quais não estamos familiarizados ou com as quais não nos sentimos confortáveis, sem sequer nos darmos conta disso.

Embora seja um aspecto difícil de lidar, especialmente quando alguém próximo a gente o carrega, a Lua-Saturno também tem seus truques. Leia mais aqui!

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